Programa de Certificação da Bioeletricidade, primeiro no Brasil focado estritamente na energia elétrica produzida a partir da biomassa de cana, tem como missão incentivar e ampliar a participação da bioeletricidade na matriz energética brasileira.

Objetivos:
– Oferecer ao mercado livre a possibilidade de mostrar preocupação com o consumo responsável;
– Estimular a expansão da bioeletricidade e do próprio mercado livre.

Lançado em 2015, o programa conta atualmente com 98 agentes com Certificação/Selo Verde, entre unidades produtoras, consumidoras e comercializadoras de energia elétrica.

Também será concedido à comercializadora associada da ABRACEEL que tenha adquirido energia de unidade produtora certificada pelo programa em contrato de aquisição de energia elétrica registrado na CCEE.

Conheça as Diretrizes Gerais do programa.

O CERTIFICADO

Será emitido para unidades produtoras que atestem que a energia elétrica gerada a partir de biomassa atende critérios de eficiência energética, além das boas práticas agrícolas e industriais de sustentabilidade.

O SELO

Será concedido para atestar que determinada unidade consumidora de energia elétrica utiliza parcela significativa de bioeletricidade certificada em sua atividade econômica (produção, prestação de serviços ou comércio), adquirida no Ambiente de Contratação Livre (ACL).

Em 2018, a energia elétrica gerada por meio do bagaço e da palha da cana de açúcar para a rede foi de 21,5 TWh, respondendo por 5% do consumo nacional de energia elétrica (equivalente ao consumo de mais de 11 milhões de residências). Ainda assim, o potencial técnico da bioeletricidade sucroenergética para a rede é aproveitado em somente 15% de seu total. Ou seja, em 2018 a geração de bioeletricidade poderia ter sido quase sete vezes a geração efetiva de 21,5TWh. Estimativas mostram que, sem a bioeletricidade da cana ofertada para a rede, o nível de emissões de CO2 na atmosfera seria 13% maior na matriz elétrica brasileira em 2018.