Programa de Certificação da Bioeletricidade, primeiro no Brasil focado estritamente na energia elétrica produzida a partir da biomassa de cana, tem como missão incentivar e ampliar a participação da bioeletricidade na matriz energética brasileira.

Objetivos:
– Oferecer ao mercado livre a possibilidade de mostrar preocupação com o consumo responsável;
– Estimular a expansão da bioeletricidade e do próprio mercado livre.

Lançado em 2015, atualmente, o programa está passando por um processo de reformulação.

Em 2018, a energia elétrica gerada por meio do bagaço e da palha da cana de açúcar para a rede foi de 21,5 TWh, respondendo por 5% do consumo nacional de energia elétrica (equivalente ao consumo de mais de 11 milhões de residências). Ainda assim, o potencial técnico da bioeletricidade sucroenergética para a rede é aproveitado em somente 15% de seu total. Ou seja, em 2018 a geração de bioeletricidade poderia ter sido quase sete vezes a geração efetiva de 21,5TWh. Estimativas mostram que, sem a bioeletricidade da cana ofertada para a rede, o nível de emissões de CO2 na atmosfera seria 13% maior na matriz elétrica brasileira em 2018.